ESTE É UM DOS MAIORES SITE DE VENDAS PARA RODBUILDINGS E RODMAKERS DO MUNDO. AQUI VC ENCONTRA TUDO INCLUSIVE TUTORIAIS SOBRE MONTAGEM DE VARAS DE PESCA.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
ISCAS ARTIFICIAIS
Iscas artificiais: pesca mais dinâmica
O movimento de uma isca artificial pode
provocar inúmeras reações nos peixes
(Foto: Divulgação)
A isca é peça fundamental numa pescaria e deve ser selecionada corretamente. Seja em água doce, salgada ou embarcada, a isca escolhida fisga espécies nativas em certas regiões que outras iscas não tem qualquer resultado. Existem dois tipos de isca: iscas artificiais e naturais. Nessa edição, vamos falar sobre as iscas artificiais.
A pesca com a isca artificial é bem diferente da pesca com a isca natural. A natural atrai os peixes por seu odor ou paladar, também chamada de pesca de espera. Trabalhar com a isca natural ou viva é saber escolher o melhor “menu” para os peixes da região na qual está ocorrendo a pescaria.
No caso da isca artificial, a pesca torna-se mais dinâmica, pois é o pescador quem terá que produzir o movimento dando vida a um objeto que pode ser de madeira, plástico ou metal. Além disso, o movimento de uma isca artificial pode provocar inúmeras reações nos peixes. Desde proteger os filhotes, ou mesmo atacar um peixe invasor. Os peixes que estiverem perto da isca poderão morder a mesma pelas mais diversas razões.
Outros fatores também devem ser levados em consideração na utilização da isca artificial como local onde o pescador irá arremessar a isca. Peixes predadores, por exemplo, preferem caçar em locais com galhos, troncos ou pedras dos quais faz seu esconderijo. Por isso, o pescador precisa de várias informações sobre o peixe que deseja fisgar dentro até mesmo de condições externas como temperatura, variações climáticas e pressão atmosférica. Com a prática, o pescador vai tirar proveito de todas as dicas que o tempo e o local passarem para ele.
As iscas artificiais possuem tipos de trabalho diferentes. Saiba mais sobre as iscas de superfície e meia água. Na próxima edição, mostraremos as de fundo ou metálicas.
Iscas de superfície
As iscas de superfície trabalham na superfície da água ou até cerca de 30 cm de profundidade. Elas aliam a emoção da pesca com o visual do ataque dos peixes às iscas.
• Stick
São iscas lastreadas na parte traseira. Quando paradas, ficam na posição vertical ou inclinada. Quando em movimento, imitam o nado de um peixe ferido, que na natureza é a presa mais fácil.
• Sputinik e tipo Mirrolure (twichtwich)
São iscas que devem ser trabalhadas, alternando pequenos impulsos com energia e repousos quando flutua na posição horizontal.
• Popper
Possui a cabeça chanfrada, semelhante a uma boca. Deve ser trabalhada com pequenos toques de ponta de vara e intervalos durante o recolhimento para imitar o ataque de pequenos peixes.
• Jumping Bait
São iscas em que o trabalho deverá imitar um peixe ferido em fuga ou pequenos animais roedores e répteis.
• Hélice
Iscas que imitam insetos e peixes em fuga. Costumam atrair predadores à longa distância. São providas de uma ou mais hélices, distribuídas na traseira ou na parte frontal das mesmas.
• Minnow Floating
São iscas sem barbelas que flutuam, podendo ser usadas na superfície ou logo abaixo dela. Seu trabalho depende apenas da habilidade do pescador, sendo que as variações vão de acordo com a criatividade de cada um.
• Zara
São iscas que devem ser trabalhadas com pequenos toques e recolhimento simultâneo de linha, o que as fará deslizar pela superfície em zig-zag, simulando o nado típico de peixes feridos.
Iscas de meia-água
Estas iscas foram feitas para trabalhar entre a linha da superfície e até cerca de 1,20m de profundidade.
• Shallow Runner (Barbela curta - pouca profundidade)
Ideal para pescar peixes que comumente caçam próximos à superfície. Estas iscas trabalham de 30 à 60 cm de profundidade.
• Deep Runner (Barbela longa - grande profundidade)
Ideal para pescar peixes que normalmente habitam maiores profundidades, perto dos fundos de pedra, estruturas como troncos caídos, galhos submersos e drop off, que são degraus de profundidade acentuados causados pela erosão.
• Plugs Suspending
Iscas com peso específico muito próximo ao da água, que faz com que, quando em repouso, permaneçam praticamente estáticas na profundidade que estão.
O movimento de uma isca artificial pode
provocar inúmeras reações nos peixes
(Foto: Divulgação)
A isca é peça fundamental numa pescaria e deve ser selecionada corretamente. Seja em água doce, salgada ou embarcada, a isca escolhida fisga espécies nativas em certas regiões que outras iscas não tem qualquer resultado. Existem dois tipos de isca: iscas artificiais e naturais. Nessa edição, vamos falar sobre as iscas artificiais.
A pesca com a isca artificial é bem diferente da pesca com a isca natural. A natural atrai os peixes por seu odor ou paladar, também chamada de pesca de espera. Trabalhar com a isca natural ou viva é saber escolher o melhor “menu” para os peixes da região na qual está ocorrendo a pescaria.
No caso da isca artificial, a pesca torna-se mais dinâmica, pois é o pescador quem terá que produzir o movimento dando vida a um objeto que pode ser de madeira, plástico ou metal. Além disso, o movimento de uma isca artificial pode provocar inúmeras reações nos peixes. Desde proteger os filhotes, ou mesmo atacar um peixe invasor. Os peixes que estiverem perto da isca poderão morder a mesma pelas mais diversas razões.
Outros fatores também devem ser levados em consideração na utilização da isca artificial como local onde o pescador irá arremessar a isca. Peixes predadores, por exemplo, preferem caçar em locais com galhos, troncos ou pedras dos quais faz seu esconderijo. Por isso, o pescador precisa de várias informações sobre o peixe que deseja fisgar dentro até mesmo de condições externas como temperatura, variações climáticas e pressão atmosférica. Com a prática, o pescador vai tirar proveito de todas as dicas que o tempo e o local passarem para ele.
As iscas artificiais possuem tipos de trabalho diferentes. Saiba mais sobre as iscas de superfície e meia água. Na próxima edição, mostraremos as de fundo ou metálicas.
Iscas de superfície
As iscas de superfície trabalham na superfície da água ou até cerca de 30 cm de profundidade. Elas aliam a emoção da pesca com o visual do ataque dos peixes às iscas.
• Stick
São iscas lastreadas na parte traseira. Quando paradas, ficam na posição vertical ou inclinada. Quando em movimento, imitam o nado de um peixe ferido, que na natureza é a presa mais fácil.
• Sputinik e tipo Mirrolure (twichtwich)
São iscas que devem ser trabalhadas, alternando pequenos impulsos com energia e repousos quando flutua na posição horizontal.
• Popper
Possui a cabeça chanfrada, semelhante a uma boca. Deve ser trabalhada com pequenos toques de ponta de vara e intervalos durante o recolhimento para imitar o ataque de pequenos peixes.
• Jumping Bait
São iscas em que o trabalho deverá imitar um peixe ferido em fuga ou pequenos animais roedores e répteis.
• Hélice
Iscas que imitam insetos e peixes em fuga. Costumam atrair predadores à longa distância. São providas de uma ou mais hélices, distribuídas na traseira ou na parte frontal das mesmas.
• Minnow Floating
São iscas sem barbelas que flutuam, podendo ser usadas na superfície ou logo abaixo dela. Seu trabalho depende apenas da habilidade do pescador, sendo que as variações vão de acordo com a criatividade de cada um.
• Zara
São iscas que devem ser trabalhadas com pequenos toques e recolhimento simultâneo de linha, o que as fará deslizar pela superfície em zig-zag, simulando o nado típico de peixes feridos.
Iscas de meia-água
Estas iscas foram feitas para trabalhar entre a linha da superfície e até cerca de 1,20m de profundidade.
• Shallow Runner (Barbela curta - pouca profundidade)
Ideal para pescar peixes que comumente caçam próximos à superfície. Estas iscas trabalham de 30 à 60 cm de profundidade.
• Deep Runner (Barbela longa - grande profundidade)
Ideal para pescar peixes que normalmente habitam maiores profundidades, perto dos fundos de pedra, estruturas como troncos caídos, galhos submersos e drop off, que são degraus de profundidade acentuados causados pela erosão.
• Plugs Suspending
Iscas com peso específico muito próximo ao da água, que faz com que, quando em repouso, permaneçam praticamente estáticas na profundidade que estão.
VARAS DE FLY

VARAS DE FLY - SUA ANÁLISE
Vinícius Victor Gongora
Este é um dos componentes mais caro, e principalmente, o mais importante. Por isso vamos analisar sua construção e saber o porque devemos investir um pouco mais do nosso dinheiro na compra deste equipamento tão importante.
As primeiras varas construídas em meados do século XIX, eram feitas de madeira maciça e somente grandes mudanças poderiam diferencia-las das que são hoje, como resultado, somente no século XX é que introduziram as fibras de bambu, onde longas lascas, esculpidas em formato triangular, com 4, 6 ou 8 elementos, eram coladas uma à uma dando-lhe um padrão cônico e consequentemente, sua flexibilidade. Somente em 1948, com o descoberta e popularização do Fiberglass ou Fibra de Vidro, denotou uma nova era em sua constituição por parte dos fabricantes e pesquisadores e somente na década de 70 é que surgiram as primeiras varas de Grafite, superleves e flexíveis, a partir daí, não se parou mais, e novos produtos continuam a ser utilizados, como o MVR, um revestimento sintético utilizado pelo Estados Unidos, na construção de submarinos nucleares, e ainda, se tivermos paciência, novos modelos com resistência, flexibilidade e leveza, ainda estarão por surgir, nos proporcionando grandes emoções e prazer em pescar.
Como sabemos as varas se diferem em classes, de 1 (ultra-light) até 15 (Heavy), e que se dividem em flexibilidades ou ações, vamos defini-las:
Lentas - Possuem maior flexibilidade, curvam ao longo de todo seu corpo, exigindo menos esforço para arremessar, apresentam delicadamente a mosca quando a sutileza é exigida.
Médias - São um pouco mais rápidas, flexionam um pouco menos e podem recair em condições onde o arremesso seja de menor distância. Requer um perfeito balanceamento entre a linha e a mosca.
Médias/Rápidas - Esta seria, teoricamente, a melhor opção de escolha, pois é versátil em condições e situações variadas de pesca.
Rápidas - Devido sua contituição ser de um material mais rígido, proporciona longos arremessos, gerando grande velocidade na linha, sendo, pelo meu ver, a melhor para as condições de pesca em nosso país.
Como vimos, sua ações diferem um pouca em cada situação de pesca, por isso devemos levar muito em conta onde vamos pescar, se há vento ou não, se o lago, rio, represa, são extensos ou não e se suas estruturas são favoráveis em distâncias de arremessos, para que possamos aplicar corretamente estas ações e obter melhor proveito e sucesso nos "Strike".
Outro ponto a ser observado é o comprimento da vara, está pode estar compreendida entre 7 à 9 pés, e isso é o suficiente para que possamos dar bons arremessos, as mais comumente usadas, tanto por iniciantes como veteranos, são as de 8,5 pés (2,60 m) e 9 pés (2,74 m), são extremamente leves e finas, sendo normalmente feita em duas partes de igual tamanho. Antes de juntar uma parte à outra, o pescador deverá passar um pouco de parafina na junção do macho da vara. Existem ainda varas feitas em três, quatro e até seis partes, o que facilita muito o seu transporte.
Vamos agora definir cada peça composta em uma vara:
Blank - É o corpo em si da vara, ou seja, a vara sem acabamento algum.
Reel Seat - Ferrolho de pressão responsável pela conexão da carretilha, podem ser encontrados em alumínio, aço inoxidável, titânio ou plástico.
Grip - Ou cabo, sua função basica é oferecer uma empunhadura confortável, e é dividida em Cigar Grip, Half Wells Grip e Full Wells, outra coisa a ser notada e válida como dica, é o tipo do material empregado no Grip, os de cortiça é notoriamente utilizada nas varas de boa qualidade.
Hook Keeper - Argola de metal utilizada para prender a isca quando não esta sendo utilizada.
Stripping Guide - Primeiro passador de linha da vara, tendo como característica seu maior diâmetro e mais reforçado, composto de metais leves e revestido internamente de cerâmica para facilitar o “deslisar” da linha.
Snake Guide - São as passadeiras onde passam, ao longo da vara, a linha, se difere pelo seu formato em "S" , oferencendo apoio e menor atrito possível, são feitos de metais leves.
Ferrule - Encaixe destinado em unir as partes da vara, sendo do tipo macho/fêmea, na sua montagem e desmontagem devemos observar todo cuidado possível para que não torçamos no ato da conexão e desmontagem, pois prejudicaríamos, com o tempo, o material do revestimento.
Tip Top - Encontra-se na ponta da vara (ponteira), se difere também pelo seu formato em circunferência, podendo ser maior ou igual ao restante dos passadores, dependendo dos fabricantes, é composta de metais leves.
Fighting Butt - É uma peça arredondada que se encontra no inferior do cabo da vara, sua utilidade é para que possamos apoiar e proteger o nosso corpo na hora de lutar com um peixe mais brigador.
Não devemos deixar de fazer uma manutenção em nossos equipamentos, para a vara é somente necessário um pano úmido em água morna com um pouco de sabão neutro, em seus passadores, devido estar em contato com a linha e a mesma na água, acumulam-se detritos que os tornam ásperos e dificultam sua passagem, nada melhor que uma escova de dente (macia) com um pouco de água morna e sabão neutro. Após sua secagem com um pano macio, aplicar, periodicamente, silicone ou vaselina líquida, que devolvem o brilho e maciez às suas superfícies. Com esses cuidados, estaremos garantindo o nosso investimento por muitos e muitos anos.
DICAS ÚTEIS
Faça a vara vergar em seu movimento para frente e para trás, continuamente, não é com força que se faz isso.
O segredo de um bom lançamento é a imobilidade do pulso, permaneça-o sempre que puder, o mais firme possível.
Com uma hora diária é possível aprender a lançar as suas moscas, lembre-se, somente a prática o levará à um bom arremesso, tente não é difícil.
VARAS CUSTOMIZADAS


VARAS CUSTOM POR CUSTOM BY MARCO
Customizar uma vara é excelente. Mas fazer isso sem o devido conhecimento pode e provavelmente vai trazer sérios problemas.
Acredito que uma equipe para chegar ao nível de poder customizar e se dizer custom rods, ela já deve no mínimo ter trabalhado em muitas varas utilizando de todos os artifícios e aspectos provenientes desta prática. E só assim, após um bom estudo e alguma experiência poder discutir e decidir que alguma coisa pode ser ou não ser mais necessária para uma determinada vara.
Talvez o grande problema disso tudo seja saber quando estaremos prontos para a customização para o cliente. O cliente que quer uma vara custom é um cliente exigente, em minha opinião os pescadores que mais buscam uma vara customizada
Um outro ponto que queremos mostrar é dizer que a vara customizada pega mais peixe. Em hipótese alguma, mas é o prazer de ter uma vara feita especialmente para você, com o tamanho do cabo, o reel seat, os acabamentos, a ação do Blank, o tipo de passador, a personalização que faz a diferença da vara customizada.
Hoje mais do que nunca tenho certeza que a vara customizada é muito diferente das varas convencionais em muitos aspectos.
Alguns fabricantes usam passadores demais, outros de menos. Alguns usam o cabo com capa de cortiça, outros usam cortiça AAA, uns usam passadores feitos na China / Korea outros somente do Japão.
Existe muita diferença nos componentes, vamos tentar colocar os detalhes:
Blank existem inúmeras marcas, o processo de fabricação é o mesmo no mundo, a diferença de qualidade é no KNOW HOW, o acabamento do grafithe e do Carbono e também o acréscimo da fibra de vidro e na quantidade de módulos que são medidos em milhões.
Por exemplo, no nosso mercado hoje existem inúmeras marcas que não conseguem um bom fabricante de blanks, pois os mesmo não conseguem uma qualidade perfeita o que traz para o mercado muitas varas com problemas de quebra em série, que acaba muitas vezes denegrindo a imagem da marca que esse importador esta tentado colocar no mercado.
Os customizadores devem se ater em não comprar na sua maioria blanks de fabricas que produzem varas em série, pois os blanks colocados para venda, são os blanks que não passaram no controle de qualidade para suas marcas.
Os customizadores devem procuram blanks que são produzidos para eles, como pude verificar na minha visita aos EUA, que hoje em minha opinião é o maior mercado em customização. Um mercado que gira milhões de dólares.
Podemos customizar uma vara antiga, mantendo alguns detalhes da sua originalidade, ou então aproveitar somente o blank e fazer tudo novo.
Atualmente fazemos muitas customizações em varas antigas, que o pescador tem aquele xodó, e gosta da ação da mesma, trocamos tudo, tem clientes que querem que fique com a mesma ação original, então procuramos usar passadores de uma melhor marca, mas com o mesmo peso.
A Fuji oferece seis diferentes materiais para argolas de passadores de varas para todo tipo de cliente.
GOLD CERMET: A única cerâmica feita de uma liga especial de ouro que permite a fabricação de uma argola super fina e ultraleve. Elas são altamente polidas com diamante, oferecendo um acabamento incomparável para uma vara extremamente diferenciada com preço acima dos padrões do mercado, para clientes exigentes.
Essas argolas são disponíveis em armações de Titânio puro e Aço Inox S4.
SiC: Silicon Carbide (Sílica de Carbono ) A cerâmica mais dura resistente e durável da marca Fuji que revolucionou a indústria da pesca. Foi a primeira cerâmica a ser montada diretamente na armação sem o uso de um amortecedor plástico.
As argolas SiC são extremamente duras, resistentes, leves e altamente polidas com diamante.
Combinadas com armações de Titânio puro ou Aço Inox S4, formam passadores do mais alto desempenho e durabilidade.
SiN II: Silicon Nitride II – Desenvolvidos especialmente para o mercado americano para pesca em alto mar com linha tipo arame (monel).
As argolas SiN II são altamente polidas e armadas com amortecedores de nylon para resistir a abrasão e ao abuso da pesca em alto mar. Disponível em armações de Aço Inox S4.
HARDLOY: Oxido de Alumínio de alta qualidade. Material exclusivo Fuji que representa a maior evolução desse tipo de material desde a invenção do óxido de alumínio. As argolas hardloy são altamente resistentes contra impacto e abrasão, com excelente dispersão de calor e alto polimento de diamante.
ALCONITE: A mais nova fórmula de Oxido de Alumínio desenvolvida especificamente para o “New Guide Concept” (novo conceito de passadores) da Fuji. As especiais propriedades permitem a fabricação de uma argola 20% mais leve que óxido de alumínio normal, e 7% mais leve que argolas SiC. Com alto polimento de diamante que se assemelha às argolas SiC.
Neo-Aluminum / Óxido de Alumínio: Cerâmica especial com alta resistência a abrasão e impacto e com baixo coeficiente de fricção. A Neo Aluminum (oxido de alumínio) tem sido a mais popular e a mais vendida no mundo pela sua performance e preço econômico.
ARMAÇÕES = FRAMES
<<<<<<<
TITANIUM (Titânio): Metal sólido totalmente à prova de corrosão. As armações de Titânio são 45 a 65% mais leves e 3 vezes mais resistentes que armações de Aço Inox. Elas acentuam a ação do blank (haste) e fazem a vara muito mais leve.
Juntas com as argolas Gold Cermet ou SiC, formam passadores da mais alta qualidade,durabilidade e prestígio.
S4/TiC (folhado com titânio) : A última inovação da Fuji que combina a dureza do Aço Inox S4, com um revestimento de uma liga especial de Titânio, formando uma armação totalmente resistente a corrosão. Leva a “New Guide Concept” (novo conceito de passador) a um nível mais alto.
Aço Inox S4: Liga de Aço Inox especialmente formulado pela Fuji com alta resistência a corrosão, oferecendo excelente base para qualquer tipo de argola.
Comentário Geral
Gold Cermet, com armação de titânio ou aço inox, porém, por ser o mais caro da Fuji, não é indicado para multi-filamento e sim para pescadores que gostam de estilo.
O melhor passador da Fuji é o SiC com armação de Titânio, pois oferece leveza e performace. Seu preço é elevado porém menor do que o Gold Cermet. Excelente passador para os pescadores que na verdade são amantes da pesca e apreciam um ótimo produto Top de Linha que só a Fuji oferece.
Para o pescador amador (aquele que faz da pesca o seu hobby), Alconite e Hardloy são ótimos passadores com a alta qualidade da marca Fuji a um custo acessível.
Para o pescador casual que não gosta de investir no esporte, mas gosta de usufruir da boa qualidade, indicamos os passadores de Oxido de Alumínio da Fuji, que oferecem boa durabilidade e garantia que a marca Fuji oferece.
PREÇOS = média por tamanho variando para mais ou para menos.
Produto/Nível Preço/Preço por peça (média)
GOLD CERMET
- Caríssimo = R$ 100,00
SiC / Titânio
- Caríssimo = R$ 50,00
SiC/S4
- Caro = R$ 30,00
Alconite
- Médio/caro = R$ 15,00
Hardloy
- Médio = R$ 8,00
Óxido de Alumínio
- Acessível = R$ 6,00
Obs.: preço somente ilustrativo a título de comparação
Rod Building é um termo em inglês para os "fazedores" de varas, ou montadores e personalizadores de varas de pesca.
Rod Maker : Quem customiza varas de fly de bambu
Bem pessoal, em minha opinião de dois anos pra cá, esta ocorrendo uma coisa agradável no mercado, estão surgindo muitos montadores de varas. Só que estão misturando tudo.
Um montador de vara não é um customizador, porque uma vara tem 10 ou 15 gramas a menos não é custom ela é simplesmente uma vara que foi colado o cabo o reel seat e os passadores.
Ai eu pergunto: isso é uma vara custom?
Não. Em minha opinião é uma vara que foi montada e não customizada ou personalizada.
Fazer consertos, reparos, não é customização, não é reconhecido como Rod Building que tem as técnicas em linhas, resinas, distribuição etc. Tipo usar resina de aeromodelismo para passadores, ou araldite para colar cabos etc. Esse é uma pessoa que faz reparos somente.
Enfim uma vara custom ela é feita conforme o pedido do pescador sempre, mas sempre mesmo, algo que a diferencia de uma montada ex. algum detalhe em alumínio, tamanho do cabo, fore grip, espessura do diâmetro, desenhos Weave e o Chevron, Diamond wrap e muitos outros e por final nunca faltando a personalização com o seu nome “ única “ inclusive o comprador pode exigir que não se faça outra igual, como já ocorreu comigo, e eu respeitei prontamente, pois ele queria uma peça única. (ex. os customizadores de Motos/Carros/roupas etc)
No Brasil, ainda não temos mercado para esse tipo de trabalho, pois o pescador brasileiro prefere muito a escola japonesa, varas clean. Mas tenho percebido que tem mudado muito.
Pessoal, esse é o meu ponto de vista como Rod Building graças a Deus reconhecido internacionalmente por grandes Rod Building e Rod Makers.
Tenho sido procurado por alguns importadores que pedem protótipos e nós os temos atendido em várias áreas da pesca, tipo: Praia, Fly, Bait, JJ etc... Isso para nós da Custom by Marco é um motivo de muito orgulho.
Assim como customizar para muitos Pescadores que estão na mídia e são formadores de opinião.
sábado, 19 de setembro de 2009
SOBRE PASSADORES

A Fuji oferece seis diferentes materiais para argolas de passadores de varas para todo tipo de cliente.
GOLD CERMET: A única cerâmica feita de uma liga especial de ouro que permite a fabricação de uma argola super fina e ultraleve. Elas são altamente polidas com diamante, oferecendo um acabamento incomparável para uma vara extremamente diferenciada com preço acima dos padrões do mercado, para clientes exigentes.
Essas argolas são disponíveis em armações de Titânio puro e Aço Inox S4.
SiC: Silicon Carbide (Sílica de Carbono ) A cerâmica mais dura resistente e durável da marca Fuji que revolucionou a indústria da pesca. Foi a primeira cerâmica a ser montada diretamente na armação sem o uso de um amortecedor plástico.
As argolas SiC são extremamente duras, resistentes, leves e altamente polidas com diamante.
Combinadas com armações de Titânio puro ou Aço Inox S4, formam passadores da mais alta performance e durabilidade.
SiN II: Silicon Nitride II ? Desenvolvidos especialmente para o mercado americano para pesca em alto mar com linha tipo arame (monel).
As argolas SiN II são altamente polidas e armadas com amortecedores de nylon para resistir a abrasão e ao abuso da pesca em alto mar. Disponível em armações de Aço Inox S4.
HARDLOY: Oxido de Alumínio de alta qualidade. Material exclusivo Fuji que representa a maior evolução desse tipo de material desde a invenção do óxido de alumínio. As argolas hardloy são altamente resistentes contra impacto e abrasão, com excelente dispersão de calor e alto polimento de diamante.
ALCONITE: A mais nova fórmula de Oxido de Alumínio desenvolvida especificamente para o ?New Guide Concept? (novo conceito de passadores) da Fuji. As especiais propriedades permitem a fabricação de uma argola 20% mais leve que óxido de alumínio normal, e 7% mais leve que argolas SiC. Com alto polimento de diamante que se assemelha às argolas SiC.
Neo-Aluminum / Óxido de Alumínio: Cerâmica especial com alta resistência a abrasão e impacto e com baixo coeficiente de fricção. A Neo Aluminum (oxido de alumínio) tem sido a mais popular e a mais vendida no mundo pela sua performance e preço econômico.
>>>>>>
ARMAÇÕES = FRAMES
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TITANIUM (Titânio): Metal sólido totalmente à prova de corrosão. As armações de Titânio são 45 a 65% mais leves e 3 vezes mais resistentes que armações de Aço Inox. Elas acentuam a ação do blank (haste) e fazem a vara muito mais leve.
Juntas com as argolas Gold Cermet ou SiC, formam passadores da mais alta qualidade,durabilidade e prestígio.
S4/TiC (folhado com titânio) : A última inovação da Fuji que combina a dureza do Aço Inox S4, com um revestimento de uma liga especial de Titânio, formando uma armação totalmente resistente a corrosão. Leva a ?New Guide Concept? (novo conceito de passador) a um nível mais alto.
Aço Inox S4: Liga de Aço Inox especialmente formulado pela Fuji com alta resistência a corrosão, oferecendo excelente base para qualquer tipo de argola.
Comentário Geral
Gold Cermet, com armação de titânio ou aço inox, porém, por ser o mais caro da Fuji, não é indicado para multi-filamento e sim para pescadores que gostam de estilo.
O melhor passador da Fuji é o SiC com armação de Titânio, pois oferece leveza e performace. Seu preço é elevado porém menor do que o Gold Cermet. Excelente passador para os pescadores que na verdade são amantes da pesca e apreciam um ótimo produto Top de Linha que só a Fuji oferece.
Para o pescador amador (aquele que faz da pesca o seu hobby), Alconite e Hardloy são ótimos passadores com a alta qualidade da marca Fuji a um custo acessível.
Para o pescador casual que não gosta de investir no esporte mas gosta deusufruir da boa qualidade, indicamos os passadores de Oxido de Alumínio da Fuji, que oferecem boa durabilidade e garantia que a marca Fuji oferece.
PREÇOS = média por tamanho variando para mais ou para menos.
Produto/Nível Preço/Preço por peça (média)
GOLD CERMET
- Caríssimo = R$ 100,00
SiC / Titânio
- Caríssimo = R$ 50,00
SiC/S4
- Caro = R$ 30,00
Alconite
- Médio/caro = R$ 15,00
Hardloy
- Médio = R$ 8,00
Óxido de Alumínio
- Acessível = R$ 6,00
Obs.: preço somente ilustrativo a título de comparação
Abr Marcão
Marcadores:
caniços,
customização de varas,
fuji,
passadores,
varas
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
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